Homens namoro erros

Erros No Relacionamento – O Que Irrita os Homens no Namoro. Algumas atitudes são totalmente condenáveis num relacionamento e podem deixar os homens irritados. Quer agradar o namorado, mas vira e mexe está falando coisas desagradáveis, ansiosa com o casamento, cobrando demais atitudes do parceiros, enfim, sem perceber vai deixando a ... Ninguém é perfeito, todos cometemos erros, por isso o Sentimento Calmo quer ajudar todos os homens a não errar em relação às mulheres. Os erros dos homens com as mulheres Ser possessivo demais – As mulheres gostam de saber que gostamos do que temos e que de certa forma são parte de nós, mas como tudo na vida existem momentos e ... Para ajudar você a saber como agir de maneira apropriada em um relacionamento, confira os 13 piores erros que os homens cometem no relacionamento. 1. Acreditar em tudo o que as mulheres falam. Assim como os homens, as mulheres nem sempre dizem a verdade em relação aos sentimentos. Os homens também cometem erros no relacionamento, e neste artigo vamos identificar alguns destes erros e sugerir um conselho.. Ontem postamos aqui no blog os 5 principais erros das mulheres no amor .. 1.Queremos consertar coisas que não estão quebradas. Homens são naturalmente consertadores. Os Erros que a Maioria dos Homens Cometem no Namoro. Além disso, assim como as mulheres, os homens também erram na vida a dois e podem colocar tudo a perder no relacionamento. É preciso ser sábio nas atitudes e nas palavras para garantir uma união fortalecida. Não faz diferença se você está principiando uma relação ou se já está em um namoro antigo, noivado ou casamento, com certeza tem comete alguns erros. Muitas vezes esses tropeços acontecem de forma inconsciente, outras vezes é comum os homens errarem quando estou tentando acertar e pensam estar fazendo a coisa certa. 17/mar/2020 - Explore a pasta 'Anel namoro' de . no Pinterest. Veja mais ideias sobre Anel namoro, Acessórios, Joias. Os 4 erros mais comuns do começo de namoro O começo de um namoro costuma ser incrível. O casal tem uma sintonia única e até mesmo aquelas atitudes irritantes do parceiro parecem não incomodar. Badoo - chat, namora e encontra-te online com mais de 486 milhões de pessoas. Junta-te à nossa comunidade e faz novas amizades na tua área geográfica. Muitos homens mesmo em relacionamentos recentes como também os mais longos que duram anos de namoro ou casados, cometem erros que passam despercebidos, e para ajudar você eu separei esses incríveis 5 erros que os homens cometem. Veja a seguir! Incríveis 5 Erros Que os Homens Comentem no Relacionamento 1 – Tratar Sua Mulher Como a Sua Mãe

Amizade, Sexo E a escolha das Mulheres.

2020.08.16 20:32 AltinoAlagoinhas Amizade, Sexo E a escolha das Mulheres.

Ok, textão pq eu não tô sabendo organizar essas ideias na minha cabeça.
Primeiramente, eu sou um cara relativamente "presença" eu tenho 1,89 de altura, isso é relevante pois aqui na cidade onde eu vivo o caras não são tão altos e isso combinado com eu ser jogador de Vôlei em uns times amadores por aqui, meio que me dão uma certa vantagem em conseguir atenção de mulheres. Eu não tenho talento suficiente pra ser profissional e altura não é tudo, mas eu gosto de jogar.
Recentemente meu namoro acabou e eu comecei a refletir mais sobre minha posição e atitudes e como eu sou percebido por homens e mulheres e se isso esta me impedindo de manter um relacionamento solido.
Do ponto de vista dos meus amigos homens, eu tenho a vida que eles pediram a Deus e não ganharam na loteria. Eu tenho relacionamentos bem curtos,, variando de semanas a meses, onde esse ultimo foi o mais longo uns 10 meses e o Covid foi o que provavelmente deu essa vida extra. E nesses períodos sem relacionamento eu sou um tanto quanto bem eficaz em conseguir sexo casual(digo não mais que algumas transas com cada pessoa).O que desperta uma certa inveja nos caras, eles me elogiam e brincam, mas eu sinto o tom de rancor escondido por trás das brincadeiras e que as vezes escapam quando eles estão mais alcoolizados.
Uma vez eu cometi o erro de tentar animar um camarada que tava sofrendo depois de uma serie de rejeições, ele veio com "tu pega todo mundo e eu não pego nem as sobras" e tentei dizer algo assim "Calma, isso não é uma competição,qualquer hora vc se da bem,podia aproveitar pra malhar um pouco e etc". Pra que eu fui dizer isso, o cara ficou em tempo de chorar de raiva,"Não é competição pra vc que é um gigante e as mulheres fazem fila, nenhum treino no mundo vai me deixar mais alto ou bonito". Na hora eu não entendi o que eu falei de errado, depois eu vi que ele entendeu o que falei como pena pela inabilidade dele de conseguir atrair mulheres.
Aqui eu tenho que dar um contexto, aqui no meu circulo de amigos,talvez essa cidade (não tenho como saber), tem essa crença entre os homens que é mais fácil transar de cara(logo nos primeiros encontros) com uma mulher que não gosta de vc, mas te acha sexualmente atraente do que se ela tiver intenção de te namorar, a logica por trás disso é que ela pode sentir desejo pelo cara, mas não gosta dele como pessoa ou acha que vai ser traída o que deixa ela livre pra "dar" de primeira sem se preocupar se o cara vai perguntar se ela chegou em casa bem no dia seguinte. E tem os caras que elas tem intenção de criar algo solido e esses vão ralar pra levar elas pra cama,pois elas tem medo de ser vistas como fáceis. No geral nunca me importei com isso pq com o tinder outros app e o modo mais agressivo que as mulheres se aproximam de mim faz essa teoria soar muito machista e produto de ressentimento de caras rejeitados.
Mas ai uma semana atras, essa conhecida minha da academia começou a falar de amizade e sexo e então descobri que ela é lésbica, e na conversa ela disse que era opção pessoal dela nunca se envolver com amigas que ela não quisesse perder, mesmo existindo o conceito de amizades com beneficio(que ela abomina) e tal ela só se relacionou com 2 "amigas" que ela não se importava em cortar relações,o argumento dela é que relacionamentos sexuais dificilmente acabam amigavelmente e ela não quer correr esse risco com amigas que ela preza muito.
Enfim, essa duas ideias tão se chocando na minha cabeça agora, pq eu tô achando que eu sou vitima disso, que as mulheres já se aproximam de mim achando que vai ser só pra passar uma chuva(com medo de ser traídas ou simplesmente não gostam da minha pessoa mas me acham atraente).O que meio aponta pra ideia dos caras, nesse últimos 3 anos eu tive muitos casos de "uma noite" onde eu nem sei se fiquei no final da lista de contatinhos delas. Eu não uso Apps de encontros onde ´sexo casual é supostamente a norma, Meus encontros são sempre da academia, trabalho, cursinho e etc. O que deveria facilitar relacionamentos sólidos.
Eu sei que um relacionamento depende de inúmeros outros fatores, mas se os meus ja começam com data pra expirar, vale a pena investir nisso?
É isso, quem leu até aqui sem ficar entediado agradeço, quem se decepcionou foi mal. só precisava escrever pra tentar organizar melhor minha mente, pq segunda eu volto ao batente.
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2020.07.27 06:05 b_bast4rz O motivo de ter desistido de relacionamentos

Olá Lubisco, editores, gatas, finados papelões,possível convidado e turma que está a ver.
Espero que estejam todos bem ^^
Bom, eu tinha um pouco de receio de contar essa história com medo de dar algum B.O, mas acredito que se não citar nomes não vai ter problema, plus não tenho nada a perder explanando isso pq a pessoa em questão não acompanha o canal(inclusive falava mal do Luba chamando ele de "chaveirinho de hétero")
A história é beeeeeeeem longa então me desculpem :/
Essa é a história do meu último relacionamento
Antes de conhecer a dita cuja eu namorei outra menina por 4 anos, e foi um relacionamento bem tóxico e abusivo, minha auto estima foi destruída aos poucos ao longo dos anos mas mesmo assim eu continuei com ela pelo medo de abandono, pq se eu era a merda que ela falava que eu era mas ainda tava comigo, sem ela eu não teria mais ninguém. Até que chegou num ponto que terminamos de vez e eu decidi ficar longe de qualquer pessoa, mas a carência falou mais alto e fui me aventurar no Tinder pra conseguir algum rolo. Consegui alguns e tals, até que conheci a Jenny(nome fictício). Ela era linda e tinha muito em comum comigo, tínhamos a mesma idade, nascemos no mesmo mês e os gostos eram idênticos, e curiosamente ela também tinha saído de um relacionamento abusivo(que eu descobri que era mentira, mas conto sobre isso depois) ficamos por alguns meses e eu decidi pedir ela em namoro, e foi aí que minha vida mudou. Todo aquele terror do meu último namoro sumiu e foi só felicidade, era um namoro perfeito, tínhamos planos pro futuro, sonhos e tals e eu achei que daria tudo certo, até que chegamos em 2019. No início do ano ela tinha pedido pra terminar comigo, porque estava duvidando da sua sexualidade(ela era bi, mas tava pensando que era na verdade lésbica) eu entendi a situação e mesmo ficando triste aceitei o término e disse que se fosse pra gente ficar junto a gente ficava. Foram 4 dias separados até que ela voltou atrás e pediu pra voltar, aceitei e as coisas ficaram como eram antes, pelo menos por uns 2 meses. Ela morava numa república com amigos, todos homens, eu conhecia todos e também considerava eles meus amigos, e sabia que eles respeitavam nossa relação, porém um deles, que até então não representava uma ameaça começou a ficar bem próximo dela, achei um pouco estranho no começo,mas confiava nos dois. Mas as coisas começaram a tomar um rumo beeeeem mais estranho, ela chamava ele pra sair pra bares mas não me chamava(não era muito meu tipo de rolê na época, então eu acabava evitando, um erro bem idiota meu), Overwatch que era um jogo que eu comprei pra jogar com ela, ela jogava 2 ou 3 partidas comigo mas ficava horas a fio com ele e pra fechar, filmes que a gente tinha marcado de ver junto ela via com ele. Isso começou a me incomodar muito e eu cheguei q conversar com ela diversas vezes, mas ela sempre vinha com a desculpa de que não tinha nada e que ela via ele como um irmão.
Acreditei, mas ainda sim fiquei receoso por um tempo. Eis que chegou Junho, ela tinha uma apresentação na faculdade e eu estava a caminho pra poder assistir(tinha trocado de curso pro curso dela, não me arrependo mas evitar ela nos corredores foi foda) no caminho ela me disse que depois da apresentação ela ia pra uma boate comemorar e disse que como sabia que eu não queria/não poderia ia ela tava me avisando pra eu não me sentir excluído, então eu decidi ir com ela, pq queria fazer parte de alguns dos hobbys dela e me acostumar com a vida de balada e barzinho, chegando na casa dela antes de sair pra faculdade ela me trancou no quarto dando várias desculpas pra eu não ir pra balada com ela até que eu perguntei se ela queria terminar comigo de novo e ela disse que sim. Perguntei se era pelo mesmo motivo de antes e ela confirmou, mas dessa vez era diferente pq ela tinha perdido a atração fisica em mim. Novamente tentei levar na boa falando que se era isso mesmo era pra ela sair e ver o que ela queria, que se fosse pra gente ficar junto a gente ficaria, mas perguntei se ela tava sentindo atração pelo amigo, e mais uma vez ela veio com a mesma desculpa. Saí do apartamento dela e fui pra minha antiga faculdade acudir uma amiga que tava com alguns problemas, acabou sendo uma ajuda mútua :v
Passou uns dias e eu descobri que na mesma noite que ela me largou ela ficou com o cara. Eu não posso apontar o dedo pra dizer que ela me traiu, pq não tenho como provar, mas algumas situações indicam que sim ela me traiu, mas não vou entrar e detalhes quanto a isso agora.
No dia seguinte do término eu ainda não sabia que ela tinha ficado com o cara, mas tava sofrendo demais, na época eu usava o Twitter e fui la afogar as mágoas de noite enquanto fumava, bebia e ouvia músicas. A Jenny acordou depois da noite de bebedeira e foi ver meu Twitter, onde ela printou um tweet e me mandou, tivemos uma discussão pelo Whatsapp que eu vou postar os prints depois.
Os dias se passaram e eu segui triste e remoendo as coisas, cheguei a perguntar amigos dela se ela tinha comentado alguma coisa sobre terminar antes mas nenhum disse nada, até cheguei a perguntar um dos meninos que dividia o apartamento com ela, que ate então era o melhor amigo dela se ele sabia, mas como ele ainda tava do lado dela na época ele não disse nada. Então tomei coragem e fui atrás da fonte do meu ciúme e perguntei se eles tinham ficado, quando ele confirmou eu desabei no chuveiro chorando, pra piorar ele foi falar com ela, que acabou mandando um áudio admitindo que tinha ficado com ele na noite do término, mas estava extremamente puta comigo pq eu tava me intrometendo na vida dela, sei que depois do término ambas as partes não são obrigadas a dar satisfação, mas como tinha sido um término muito estranho eu queria ir a fundo. Depois de chorar horrores eu tentei me acalmar e falei que tinha ficado bem chateado com os dois, porque eu me senti traído. Foi eu falar isso que ela riu da minha cara e me bloqueou de tudo, e vamos de choro de novo, dessa vez ligando desesperadamente pra ela pra me desculpar, quando ela atendeu eu disse que tava de cabeça quente e não pensava direito, na verdade eu só queria manter ela por perto pq eu ainda a amava e queria tentar voltar, até desconsiderei ela ter ficado com o cara na noite do término pq ela disse que tava bêbada e foi coisa de momento, o que hoje em dia eu obviamente não acredito. Tentei manter isso por algumas semanas, mandei algumas mensagens e numa delas ela disse fez alguns testes psicológicos e descobriu que ela era insatisfeita com tudo, inclusive nosso relacionamento e disse que precisava colocar a cabeça no lugar e que não ia namorar de novo pq tinha que ficar sozinha. Dei esse espaço pra ela, mas a ansiedade falou mais alto e eu liguei de novo, dessa vez pedindo pra voltar quando ela tivesse e sentindo melhor, e me coloquei a disposição a ajudar ela com o que precisar, desde indicações de psicólogos e psiquiatras até medicamentos, e mantivemos uma certa amizade por um tempo, se é que da pra chamar assim, já que era ela responder stories no meu insta.
Quando as aulas voltaram e ela passou por mim pelo corredor, fui ignorado e fui chorar no banheiro. Os meses se passaram e eu ainda tinha em mente que era possível voltar, até que uma amiga decidiu tirar o band-aid da minha ferida e me mostrar alguns tweets dela, onde ela dizia que queria o @ dela deitada na cama e que tava muito apaixonadinha, adivinhem quem curtiu esses tweets? O @ dela, o amigo do apartamento . Dias depois eles assumiram um namoro.

Quando eu descobri que ela tinha assumido o namoro com ele, todas as minhas esperanças foram por água abaixo, tudo o que eu queria era meus mangás e pôsteres de volta, tudo que ela tinha deixado na minha casa eu ja tinha juntado numa sacola e só tava procurando alguém pra devolver, pq eu não conseguia olhar pra cara dela sem sentir um misto de tristeza, raiva e decepção. Finalmente achei alguém pra fazer a troca, entreguei a sacola pra uma amiga em comum e ela devolveu pra mim, ficaram faltando os pôsteres então ela entregou outra sacola pra menina, junto dos pôsteres, uma carta em resposta da que eu tinha escrito em Junho quando ainda tinha esperança de voltar(a troca rolou no início de Outubro), nessa carta ela dizia que não acreditava em nada do que eu tinha escrito pelas coisas que eu tava falando dela pelo Facebook, o que na verdade foi uma indireta pra minha outra ex, já que eu tinha ficado sabendo que as duas tinham conversado e a abusiva disse que eu era o monstro a relação e que ela sempre tentou me ajudar. Vou passar por isso rapidamente, a ajuda dela eram ameaças de término se eu não fizesse o que ela queria, seja entrar na faculdade, arrumar um trabalho ou tirar carteira, e como minha mente já tava toda fudida pelos outros abusos, meu medo de abandono gritava enquanto eu tentava fazer o que ela me mandava, que quando sem sucesso ela ficava puta. O post no FB era um print do Twitter dizendo "todo mundo é tóxico menos você né? Anjo perfeito enviado dos céus", desbloqueei minha ex abusiva exclusivamente pra ela ver isso, mas acabou atingindo outra pessoa, mas se a carapuça serviu eu não posso fazer nada.
Sabendo que ela via meus posts de alguma forma, deixava alguns posts em público, queria que ela visse que eu tava desapontado com o que ela fez, e também queria me lembrar pra sempre do que acontece quando a gente se entrega pra alguém. Esses posts levaram a uma situação onde uma amiga dela pegou todos e printou e postou no Twitter pra me ridicularizar, e chamou a Jenny pra bater palma pra isso, quem me disse isso foi o melhor amigo dela, agora não mais já que eles brigaram. Com essa situação eu decidi pegar vários áudios que minha amiga tinha salvo a minha ex metendo o pau dessa amiga por conta do show do BTS e fiz um vídeo, mas não postei em lugar nenhum, deixei salvo aqui esperando algum outro post escroto.
Hoje eu acho que nem postaria, pq só quero ficar em paz, a menos que tenha alguma outra situação do tipo, pq não vou ficar calado.
Sobre o relacionamento abusivo dela, como ela foi atrás da minha ex, tomei a liberdade de fazer o mesmo um tempo depois e disse as coisas que ela falava dele, o que ele me disse foi que ela dizia a mesma coisa de outro ex. É como se fosse um ciclo vicioso, ela namora uma pessoa, se arrepende e essa pessoa vira um monstro que ela conta pros outros namorados pra eles sentirem pena.
Enfim, quero finalizar aqui dizendo à todos que eu não odeio ela, mesmo o ódio sendo negativo ele é um sentimento forte demais pra sentir por alguém que te fez tanto mal, só fico desapontado com o que ela fez comigo, eu fui sincero com ela falando o que eu passei por 4 anos em outro namoro e ela me disse que também passou em um, éramos duas pessoas quebradas e na minha mente os pedaços faltando de ambos se completariam, mas não é assim que funciona e não foi isso o que ela fez. Ela viu o quanto eu era quebrado mas decidiu quebrar mais, não só isso, fazendo isso ela tirou completamente minha capacidade, minha coragem e minha vontade de amar, eu real não consigo me entregar de novo pra ninguém, pra me lembrar disso pra sempre uso uma aliança preta representando o luto. Se você leu até aqui, muito obrigado de verdade, eu sinto que tirei um peso gigante das costas com isso, grato pela atenção de todos.
Os prints estão no Imgur e o tem um áudio e um vídeo que não deu pra postar, depois eu dou um jeito de mostrar pra vocês ^^
https://imgur.com/7tESoww - Discussão que tivemos no dia seguinte
https://imgur.com/nWl5UDt - Quando eu descobri que ela ficou com o cara
https://imgur.com/A85izEl - As cartas
https://imgur.com/tCDNS2b - Conversa com o ex dela
https://imgur.com/feDWFhP - História que ela inventou no TT. Pra mim ela tinha dito que era a mãe que traía o padastro depois do divórcio, mas ela quis queimar o pai dessa vez não sei pq.
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2020.06.06 18:54 andy_laverne FUI BABACA POR TER ACEITADO?

Não sei se o post precisa de um aviso de NSFW, se precisar comentem que editarei imediatamente. (Sou paraibana, imaginem o luba com aquela voz estranha) Olá pessoas da turma feira, hoje vim compartilhar uma história para saber se fui babaca ou não. Eu tinha 13 anos e estava de férias, até que decidi entrar em um aplicativo de relacionamento com minhas amigas, era um aplicativo muito errado em que pessoas a partir de 13 anos podiam usar, baixamos porquê lá nós podiamos fazer lives e zoar com o pessoal, ninguém foi com segundas intenções. Acontece que um cara me chamou do nada porquê me achou bonita e coisas assim, sou lésbica assumida, mas decidi conversar pois poderia ser um bom amigo, na "época" eu era bem extrovertida. Se passaram literalmente um dia e ele havia me contado sobre as relações anteriores dele, de como ele foi traído, de abusos psicológicos que ele sofreu e coisas assim, ele dizia muito que a vida dele era difícil então eu sempre respondia ele pra ele não se sentir sozinho e ter alguém pra conversar quando precisasse, mas ele acabou confundindo as coisas e me pediu em namoro, fazendo vários apelos e acabei dizendo sim, eu não vi outra alternativa ali, pois eu tinha medo de que ele ficasse mal, tomo remédios para ansiedade e depressão desde esse tempo, então eu sabia mais ou menos como era e não queria que ele acabasse ficando deprimido pois mais uma garota que ele "gostava" havia o abandonado, Ele ficava o dia inteiro e a madrugada falando no meu privado, e quando eu não respondia ele dizia "você já esqueceu de mim..." Ou "Você tá me trocando" e etc, acabei em uma relação tóxica, ele pedia para eu mandar prints das minhas conversas com amigos e falava que não confiava neles (eles eram assexuais e/ou arromânticos, eu já havia explicado) dizia que eles poderiam dar em cima de mim e eu largasse ele. Um tempinho se passou e ele ficava falando que a ex dele havia mandado fotos de calcinha para homens mais velhos, ele tinha 17, dizia que elas nunca mandavam nada pra ele e que ele era corno e etc, mais uma vez ele usou um "joguinho psicológico" para me fazer mandar nudes para ele, eu tinha 13 anos. Até que um dia cansei e fingi que tava tendo uma crise de auto-estima, que tava me sentindo muito feia e que não me sentia confortável com ele tendo as fotos que mandei, fiz ele me mandar prints dele removendo todas as fotos e prometi mandar outras mais pesadas, um dia depois eu disse que estava apaixonada por outra (e realmente estava fazia tempo, hoje namoramos faz alguns meses) e bloqueei ele. Contei essa história para algumas pessoas e outras disseram que fui babaca, pois poderia ter dito não desde o início e evitado que ele ficasse mal pelo súbito bloqueio, isso ficou muito na minha mente, pois realmente poderia ter evitado tudo aquilo, pois sabia que não estava confortável e ainda sim concordei com tudo mesmo não querendo, disseram também que ele não estava errado em me pedir nudes e etc, pois a ""base de uma relação é isso"" e que eu poderia ter dito não, mas fiz pois queria. Enfim, me digam se fui babaca ou não, desculpem pelos erros e se não deu para entender.
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2020.02.14 16:42 movergonha Ciúmes

4 meses de namoro, e hoje é a 2° vez que me sinto inseguro sobre meu relacionamento... Poderiam opinar sobre?
Seguinte, a um tempo atrás (mais ou menos 2 meses de namoro), minha namorada aceitou participar de uma brincadeira na escola, o famoso "verdade ou desafio", já sabendo que tinham homens participando da brincadeira, isso já foi um erro dela, correto? Ok, mas relevaria tranquilamente se fosse somente isso, o problema é que ela escolheu desafio ao invés de verdade, e escolheram um desafio besta - mas que pra mim tem peso - o desafio era deixar um dos meninos beijar o pescoço dela, como se fosse um chupão, mas leve... (Essa é a versão que ela conta, não sei se realmente foi só isso, ou se houve mais coisas, porém ainda confio nela), mas mano, ela aceitou e isso me deixou tão pra baixo, por que ela simplesmente poderia recusar e não fazer nada, ninguém iria obrigar ela já que seria assédio.
Velho, eu não sei se é exagero meu em sentir ciúmes por causa disso, ou ficar tão pra baixo... Enfim, perdoei ela, mas ainda me sinto inseguro em relação ao convívio dela com outros homens, é tanto que fico diferente sempre que ela fala sobre alguma coisa relacionada a amigos homens (principalmente as amizades mais recentes), eu desconfio e ao mesmo tempo me questiono se isso é válido, ou se tô sendo muito ciumento e paranóico.
Ela seleciona bem as pessoas com quem quer falar, até mesmo antes de conhecer, tipo, a primeira vista ela já define se a pessoa é alguém com quem ela criaria vínculos, ela mesmo assumiu isso. Pelo meu raciocínio, a questão da aparência vale muito pra ela, se baseando nesse hábito aí que ela tem. E ontem ela me disse que não gostou de muita gente na sua sala nova (principalmente mulheres) e já tá quase arrumando intriga kkkk enfim, mas ela fez amizade com um cara, disse que era legal e tudo mais, e pensando em todo o histórico q já contei, sinto medo de acontecer algo parecido novamente, ou pior... As aulas começaram antes de ontem, e hoje ela já saiu com alguns amigos pra comer, saíram mais cedo da escola e tudo mais, dizendo ela que só foi por que pagaram, mas quem é o homem em sã consciência que pagaria comida pra uma mulher que conheceu não faz nem 1 semana, sem intenções nenhuma? meu Deus, me sinto tão inseguro, não sei mais o que fazer, já conversei com ela, e pelo que ela diz, não pretende repetir aquele ocorrido do verdade ou desafio, nem coisa parecida...
Mas queria saber, eu estou sendo inseguro sem motivos? Tô sendo muito paranóico e ciumento? Eu até tento melhorar, mas não consigo me tranquilizar... Ao mesmo tempo que sinto essa angústia, prefiro não falar que tô sentindo ciúmes pra não incomodá-la, mas quando tô pensativo de mais, ela acaba percebendo e eu desabafo, nós conversamos, e no final nos abraçamos e sai tudo "bem", porém minha confiança não volta ao estado de 100%, eu sou um lixo por tá assim?
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2019.11.01 16:34 AprendizDeAstronauta Ela é diferente

Oi pessoal, por motivos de anonimato, estou usando uma conta que acabei de criar, pois ontem pela madrugada (2:10 Am), estava bem tranquilo em minha casa, terminando um projeto para meu curso da universidade..
Enfim, estava eu lá já bem cansado, mas com coisas para terminar, resolvi tomar um café, passar uns 5 minutos vendo coisas aleatórias para tentar relaxar e voltar para o trabalho.. e por alguma curiosidade repentina, fiz algo que nunca, em 1 anos inteiro de namoro, havia feito.. fui stalkear minha namorada. Sim amigos eu cometi esse erro que a modernidade oferece.
O que acontece é que eu confio muito nela, ela tem 6 anos a mais que eu, é uma mulher muito bem resolvida, tem 28 anos, muito verdadeira e sincera, e sentimental também, não suporta dormir com algo por resolver, algo pendente.
O X da questão aqui é o seguinte, nós nos conhecemos em um momento em que ela estava saindo da universidade, e eu ainda estou na metade do curso. Conversamos bastante, conheço ela bastante e ela me conhece tbm. Ela sempre teve um ar de superioridade em experiência, em algumas discussões e momentos difíceis, ela sempre fez questão de dizer que "havia me dito tudo o que era, e que eu não devia me surpreender, que ela foi bem clara com cada detalhe dela".. ela acabava por "vencer as discussões". Muitas vezes ela me disse que havia passado quase um ano sem ficar com ninguém, pois após sair de um relacionamento de 5 anos, ela aproveitou muito o tempo para se conhecer e não para ficar com ngm, até me conhecer. O que me incomoda é o que vou falar agora, ela disse nunca ter tido problemas em correr atrás de homens, nunca foi uma mulher como as outras, que se encanta por um cara, que tem ciúmes de outras mulheres, que faz joguinhos. Disse que nas redes sociais ela curtia fotos aleatórias, que não dava em cima de homens pela internet, que quando ela ficava com alguém era pq a energia batia (sempre algo bem místico nas palavras dela). Aí hoje de madrugada eu fui ver fotos do começo do ano dela (janeiro a junho), e vi que haviam uns comentários de uns caras chamando ela de linda e tal.. por curiosidade fui olhar uns caras desses e notei 2 que ao que parece, namoram ou são casados, pois possuem fotos de anos atrás com suas parceiras.. eu percebi que ela comentou "lindo!" Em uma foto de junho ( 1 mês antes de me conhecer), e percebi que ela só curtia as fotos em que eles apareciam sozinhos, mas nunca curtia as fotos em que eles estavam com suas namoradas ou seja lá o q ela for. Percebi tbm que no outro caso, ela curtiu bastante fotos do cara, em que ele está sem camisa e mostrando os músculos.. ele é bem barbudo (os dois são), bem forte e também são bonitos (sim, eu os considero homens bonitos pq tenho olhos, e sei o que é alguém bonito)..
Sei lá, não imagino que alguém vá ler tudo isso, eu gostaria de ter um bom amigo para contar isso enquanto peço algum conselho, se deixo pra lá, se pergunto aquilo a ela. Sinto como se quisesse desconfiar de coisas dela, sendo q ela nunca deu motivos. Sou um cara q tem vergonha do meu corpo, não costumo tirar a camisa em público. Também não me acho atraente, e tenho uma personalidade que não chama muito a atenção, não faço muitos amigos.. Eu gostaria de entender tudo isso, ela nunca curtiu ou comentou minhas fotos da mesma forma, quando nos conhecemos, ela disse na época que não ligava pra rede social, que só curtia fotos de famosos e que deixava o Instagram aberto pq não ligava com a opinião dos outros sobre a vida dela..
Eu sei que ninguém é perfeito, e isso nem parece ser um erro dela, mas afetou minha segurança na relação, que está ótima.. Eu me coloquei na posição dela, falando tudo q ela falou pra mim, só que pra outra garota, e fazendo todas essas ações que ela afirmou nunca fazer.. e acho que eu só consigo pensar que estaria mentindo, para passar uma imagem que não condiz com meu íntimo.
É isso pessoal, para quem ler, obrigado pela atenção!
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2019.07.07 23:07 almofarizdosombra Feedback sobre texto

Nos últimos tempos, tenho andado a escrever uma pequena história e gostava de ter algum feedback. Já mostrei a alguns amigos, mas queria obter outro tipo de feedback menos parcial. O objetivo não é necessariamente publicar, mas também melhorar e aprender algumas coisas. Deixo aqui os primeiros três capitulos. É um romance dramático. Desde já obrigado a quem tirar um pouco do seu tempo para ler. Qualquer tipo de feedback é apreciado.

I
Sempre Bem
Sinto o seu cabelo suave enquanto lhe acaricio a cara lisa e macia. E linda. Muito linda. Aqueles cabelos sempre foram a minha perdição. Pretos, encaracolados, macios e cuidadosamente bem tratados. Mas não se pense que sou fraco, afinal até os homens mais fortes têm fraquezas. Vide o exemplo do Super Homem, individuo possuidor de uma super força, uma super velocidade, invulnerável até à mais poderosa bomba nuclear. Exceto à kryptonite. Com as devidas diferenças, eu acredito que sou um Super Homem. E aqueles cabelos são a minha kryptonite.
Ela agarra-me a mão como ninguém sabe agarrar. E mesmo que soubesse, ninguém era capaz de o fazer como ela que emprega toda a sua dedicação, emoção e amor naquele gesto. Amor. Será que ela me ama? Será que eu a amo?
Aproximo-me até estarmos quase colados. Ela está estranhamente calma. Eu estou estranhamente calmo. É como se já soubéssemos o que vai acontecer. Na verdade, não era difícil de advinhar. Há coisas na vida que são inevitáveis como o céu ser azul, depois de sábado ser domingo ou a morte. Mas mesmo nas inevitabilidades, a vida consegue ser imprevisivel. Peguemos no exemplo da morte: toda a gente sabe que vai morrer, mas não sabe quando, como, onde nem porquê. Até há quem já esteja morto e ainda não saiba. Mas eu não gosto de pensar na morte. Eu, qual Super Homem, estou sempre bem.
Os nossos lábios tocam-se ou pelo menos eu acho que sim, mas não tenho a certeza. Não tenho a certeza porque não sinto. Nada. Todo aquele momento inevitável que era suposto ser o pináculo da nossa relação até então, tantos rios que fizemos para desaguar naquele mar e agora estou adormecido. Vem-me à cabeça Let It Happen de Tame Impala.
It's always around me, all this noise, butNot really as loud as the voice saying"Let it happen, let it happen (It's gonna feel so good)Just let it happen, let it happen"
All this running aroundTrying to cover my shadowAn ocean growing insideAll the others seem shallowAll this running aroundBearing down on my shouldersI can hear an alarmMust be morning
É mesmo de manhã. Pego no telemóvel para ver as horas: 7:30. Foda-se, já estou atrasado. Procedo à minha rotina matinal: desligo o alarme; levanto-me da cama; ligo a torneira para aquecer a água; vou buscar a toalha e a roupa interior; sento-me na sanita a pensar na vida enquanto espero que a água aqueça; tomo banho; volto ao quarto para me vestir; como o pão com manteiga e bebo o café que a minha magnífica mãe pôs na secretária enquanto estava no banho; arrumo o PC e o carregador na mochila; ponho os headphones e ligo o Spotify. Tudo isto em meia hora. Não sei se é rápido ou lento, mas já sigo esta rotina há tanto tempo que o faço inconscientemente.
No caminho até ao autocarro, cruzo-me sempre com quatro cães. O primeiro é pequeno e peludo e traz consigo uma certa inocência e fragilidade; o segundo é já bem mais forte e imponente, mas muito calmo e pacífico. Acho que nunca o vi a ladrar ou sequer agitado o que não é muito normal para um cão daquela envergadura; o terceiro é a personificação do ditado “cão que ladra, não morde”; por último, mas não o menos importante, um pouco mais distante dos outros três, está o meu favorito: um pastor alemão de médio porte, tristonho, solitário e carente. Não sei o que se passa com ele, mas, seja a que hora for, está sempre deitado no chão no mesmo cantinho a olhar para a pequena porta gradeada à sua frente, esperando uma alma caridosa que passe para lhe dar o carinho que ele necessita. E eu bem tento, mas ele não me deixa. É bem jogado, eu não sou de confiança. Dejá vu. Tenho tanta pena dele que até já pensei em raptá-lo para lhe dar uma casa em que ele seja amado. Até comentei isso com ela.
Nós falamos tanto. Não me lembro da última semana que passei sem falar com ela, seja por mensagens ou (o meu favorito) pessoalmente. Por vezes estou eu perdido nos meus pensamentos como muitas vezes acontece e dou por mim a pegar no telemóvel e mandar-lhe uma mensagem. Falamos da vida, da morte, do sol, da chuva, do ontem, do amanhã e de cães. Ela tem uma cadela linda. Gosto tanto dela que é o meu wallpaper do telemóvel.
Já cheguei e nem reparei. Faço isto tantas vezes que já é automático. Instantâneo. Às vezes gostava que não fosse assim, que tomasse mais atenção ao que me rodeia, que aproveitasse mais os momentos, mais lentamente. Na verdade, neste caminho rotineiro, só há duas coisas às quais presto atenção e vejo com olhos de ver: cães e mulheres. Os cães iluminam o meu dia e aquecem o meu coração de tão fofos e inocentes que são. As mulheres fazem-me viajar. Por cada uma que passo, reparo nos seus traços, na sua postura, no seu olhar e imagino que aquela pode ser o amor da minha vida. Mas não é. Nunca é. E ainda bem para elas, certamente estão melhores sem mim. Dejá vu.
Chego ao portão e vou buscar o telemóvel para ver qual é a sala. Tenho uma mensagem do Diogo. «Não vens à avaliação?». Foda-se, esqueci-me. Não faz mal, eu safo-me, estou sempre bem.
II
Música Fria
“Isola-se a incógnita no primeiro membro e passa-se tudo o resto para o segundo membro com a operação inversa”.
Olham todos para mim com raiva e inveja. Outra vez.
“Certo, mais uma vez, mas na próxima não quero que sejas tu. Quero ouvir os outros”.
Eu não pedi isto. Eu não tenho culpa. Parem de olhar assim para mim. Enfio a cabeça no caderno e tento afastar os olhares, a inveja e a raiva da minha cabeça. Foca-te. Pensa em momentos melhores. Respira. Quem me dera que a Filipa gostasse de mim. Não, é impossível. De todos os pretendentes, nunca me iria escolher. Quando tens pretendentes muito mais fortes, confiantes e experientes, porquê escolher o mais fraco? Para não falar da beleza dos candidatos que é um fator muito relevante nestas discussões. Aí a diferença é abismal. A única vantagem que tenho é que somos amigos, mas a amizade não conta muito nestas coisas.
Dou por mim a resolver o resto dos exercícios. Já é automático. Instantâneo. Para mim, a matemática corre-me nas veias. Quem me dera que fosse assim nos outros aspetos da vida. Quem me dera que todos gostassem de mim. O meu sonho é que um dia toda a gente goste de mim. Vai ser tão fácil viver sem os olhares de julgamento, a inveja, o ódio.
Levantam-se todos, é hora de intervalo. Dez minutos a respirar ar fresco enquanto dou voltas à escola. Apesar de tudo, uma pessoa tem que se manter em forma. Se passo o dia numa sala e as aulas de educação física são o que são, como é que é suposto manter a forma física? Além disso, não tenho mais nada de interessante para fazer. Os temas de conversa são aborrecidos, não aprendo nada. E se não estou a aprender ou a evoluir é uma perda de tempo. Encontro a Filipa ao voltar para a sala. “Vais ficar hoje?”. Hoje é a reunião dos pais e normalmente a turma toda fica lá fora à espera deles. É melhor que ficar em casa sozinho com fome à espera que a tua mãe volte para te fazer o jantar. Assim pelo menos posso comprar um Snickers na máquina para enganar a fome. “Não sei.”. “Fica. O que é que vais fazer em casa sozinho?”. Eu já sabia que ia ficar. Estava só a fazer um teste para ver se ela se importava.
As aulas da tarde são sempre a mesma coisa. O que é habitualmente uma turma irrequieta, está agora apática.
“Dom João quarto casa com Luísa de Gusmão a 12 de janeiro de 1633”.
Quem me dera viver nesta época. Era tudo tão mais fácil. Evitava-se todo este jogo para descobrir se aquele era realmente o amor da tua vida, se vale a pena continuar, se vale a pena tentar ou se o amor da tua vida existe sequer. Simplesmente combinavas com outra pessoa que iam ser o amor das vossas vidas. Dava jeito a toda a gente. Evitava-se todo o tipo de confusões, dramas e lamúrias. Há quem diga que isso é que traz a magia às coisas. Eu digo que é uma merda. No modelo antigo, pessoas como eu podiam ser felizes. Assim, a possibilidade é bastante baixa para não dizer nula.
“Qual é a tua música favorita?”, pergunta-me a Filipa enquanto vejo a mãe a passar.
“Não gosto de música”.
“O quê?! Nunca conheci ninguém que não gostasse de música. É impossível. Toda a gente gosta de música.”.
“Eu não gosto”. Desta vez não estava só a tentar ganhar a atenção dela, é mesmo verdade, não gosto de música.
“Vou-te mostrar uma música.”. Olha para o telemóvel e põe uma música. Até não é má.
“É uma música fria”.
Ri-se. “És estranho.”. Diz isto enquanto me olha nos olhos. “Olha quero pedir-te um favor.”.
“Diz”.
“Ando a ter algumas dificuldades com matemática e pensei que tu me podias ajudar. Podíamos aproveitar este tempo e tu vinhas a minha casa fazer os TPC’s comigo. Que achas?”.
Ela não tem dificuldades a matemática. Pelo menos nunca aparentou ter até agora. Ou será que tem? As aparências iludem. “Pode ser”.
Sorri. “Vamos então.”.
É a primeira vez que alguém me convida para a sua casa. Não sei o que esperar, mas vai ter que ser rápido senão a minha mãe preocupa-se. Provavelmente consigo fazer aquilo tudo em dez minutos sem problema.
Afinal é isto. Mesmo que me tivessem dito que ia ser assim, que era disto que devia estar à espera eu não acreditava. Olho para o meu lado esquerdo e vejo a Filipa um bocado abatida. Compreensível. Se para mim foi anticlimático, imagino como terá sido para o outro lado. Tenho que dizer alguma coisa para tentar mudar este momento.
“Gostei da música que me mostraste. Põe outra vez.”. Vejo-a levantar-se, pegar no telemóvel e pôr a música. Acho que resultou. Pelo menos para mim o ambiente está melhor.
III
Tem de Ser
Estico-me para chegar ao telemóvel. “Posso meter uma música?”. Incrível como passados estes anos todos ainda continuo a ter os mesmos hábitos.
“Claro.”. A Sofia olha para mim como se aquele fosse o melhor momento da sua vida e eu fosse o principal responsável por isso. Chego-me perto para retribuir. Beijo-a ao som da Musica Fria. É um bom momento. Por alguns instantes, engana-me. Mas não é ela.
Volto ao telemóvel e abro as mensagens. Já não lhe mando uma mensagem há muito tempo. «Olá». Ela já sabe como isto funciona. Daqui a umas horas, vai-me responder e vamos falar da vida, da morte, do sol, da chuva, do ontem, do amanhã e de cães. Talvez até tenha sorte e receba alguns vídeos da cadela dela.
“Na quarta saio mais cedo. Podias vir aqui.”. A Sofia quer demasiado. É sempre aqui que as coisas começam a descambar. A minha vida amorosa é um ciclo vicioso. Começa sempre no verão e com ele vem uma sensação escaldante, uma energia renovada, a vontade de fazer mais e melhor a cada dia que passa. É por esta fase que ainda não desisti. É por isto que quase vale a pena. Sorrateiro, mas sem piedade, chega o outono. As folhas verdes e viçosas que antes emanavam esperança, estão agora castanhas e cansadas espalhadas pelo chão. É aqui que percebo mais uma vez que ainda não é esta. Não é ela. Aquilo que fazias no verão já não o consegues fazer. É demasiado frio. Agasalho-me para me sentir um pouco mais quente e preparar o inverno. Chega o inverno rigoroso. Todos os anos chega de rompante, sem avisar, sem dó nem piedade. Deixa-me a tremer de frio. Já não faço nada do que fazia no verão, só me apetece ficar em casa à espera que passe a tempestade. Lentamente, chega a primavera. Sinto um cheiro a ilusão no ar, há uma esperança renovada, uma certa vontade de voltar a repetir tudo à espera que desta vez o resultado seja diferente.
Repetir a mesma coisa vezes sem conta à espera de um resultado diferente: a definição de loucura. Todos os génios têm um pouco de loucura e eu, como génio que sou, não fujo à regra. Como génio a minha primeira invenção será um sistema de emparelhamento de casais. Nada dessas aplicações de encontros que há por aí. Nada disso. O meu sistema vai oferecer uma probabilidade de 99,9% dos participantes encontrarem o amor da sua vida. Para isso, os candidatos terão que passar por várias relações com término definido, a fim do algoritmo estudar as suas reações nesse espaço de tempo e também ao término inesperado da relação. Ah sim, esqueci-me de dizer que nenhum deles vai saber quando a relação acaba, isto para fazer com as reações sejam genuínas, com o objetivo de obter dados com a maior credibilidade possível. Também não vão saber quantas relações terão que passar até atingir o tão esperado amor da sua vida ou quanto tempo isso vai demorar. Agora que penso, se calhar este sistema já existe. Se calhar eu estou neste sistema. Se calhar estamos todos neste sistema. Se estivermos mesmo, eu sou a anomalia estatística. O 0,1%. A margem de erro. Não se pode ter sorte em tudo.
“Claro, achas que não ia aproveitar mais uma oportunidade para estar contigo?”. Tretas. Mentiras que eu repito na minha cabeça para me fazer acreditar que é mesmo verdade quando já sei o desfecho desta história.
Ah!, aquela última semana de verão. Acho que desta vez vou já fechar-me em casa no outono. Parece-me que este vai ser rigoroso.
Vejo-a passar no corredor. Ela repara em mim e vem dar-me um abraço. Adoro estes abraços. Ela abraça-me como ninguém sabe abraçar. E mesmo que soubesse, ninguém era capaz de o fazer como ela que emprega toda a sua dedicação, emoção e amor naquele gesto. Amor. Será que ela me ama? Será que eu a amo?
“Estás bem?”.
“Estou sempre bem, já sabes.”.
Vou ao bolso e tiro aquelas bolachas que ela gosta. Dou-lhe uma e começo a comer a outra. Adoro ver aquele sorriso que ela faz quando lhe dou a bolacha. É como se soubesse o que aquele gesto significa para mim.
“Não pareces bem.”.
Ela conhece-me demasiado bem. Demasiado até para o seu próprio bem.
“Mas estou, acredita. E tu?”.
“Já estou melhor. Um dia de cada vez.”.
Fico triste que ela não consiga ser 100% feliz. Se há pessoa que o merece é ela. Gostava de fazer mais por ela, mas não posso. Não consigo. Dou-lhe um beijo na testa e sigo para a aula.
«Hoje vou fazer aquela massa que tu gostas <3». A Sofia faz questão que eu não me esqueça dos nossos compromissos. Olho lá para fora e sinto o outono a chegar. Há uma certa beleza e tranquilidade nesta parte. Apesar de saberes que vêm aí tempos mais frios, ficas de certa forma contente porque tens a consciência do que está a acontecer. Assim, evitas ser apanhado de surpresa e, de repente, ficas sem tempo para te agasalhar. E tu não queres isso. Não queres, porque é assim que ficas doente.
Estou cá fora a fumar um cigarro enquanto olho para a porta. Porque é que estou a fumar? Eu só fumo quando estou stressado. Ou será que isso é uma mentira que eu repito para mim mesmo até acreditar, como tantas outras? Mas esta tenho quase a certeza que é mesmo verdade. Eu passo meses sem fumar até que um dia decido fumar um cigarro. Nestas fases nunca fumo mais do que um maço. Eu nem me apercebo quando elas começam porque não é sempre no outono. É como se o meu corpo dissesse que precisa de nicotina e eu lhe desse o que ele quer. Como muitas coisas na minha vida, já é automático. Instantâneo. Lucky Strike. Reza a lenda que tem este nome, porque, antes da marijuana ser ilegal, alguns maços continham um cigarro de marijuana como bonus.
Já chega. Pára e vai fazer aquilo que vieste aqui fazer. Toco à campainha. Se demorar muito, vou embora. Está calado, faz-te homem. Tem de ser. Há coisas na vida que tem mesmo de ser. É como se costuma dizer: o que tem de ser, tem muita força. Tanta força que me consegue empurrar escada acima, até ao quinto direito, para fazer aquilo que eu não quero fazer. Mas tem de ser.
Recebe-me com aquele sorriso que fazia derreter o coração de muitos. És tão boa para mim, Sofia. Foste tão boa para mim, Sofia.
Oh, I have been wondering where I have been ponderingWhere I've been lately is no concern of yoursWho's been touching my skinWho have I been lettingShy and tired-eyed am I today
Sometimes I sit, sometimes I stareSometimes they look and sometimes I don't careRarely I weep, sometimes I mustI'm wounded by dust
Nada dói mais do que o som duma porta a fechar. O impacto foi tão forte que caí para trás. Fico sentado encostado à parede a olhar para aquela porta que se acabou de fechar. Mais uma. Passa mais uma. Eu não quero saber, podes olhar. Sim, estou aqui no chão a chorar enquanto olho para a porta da mulher que acabei de rejeitar. Algum problema? O único problema aqui é tu não seres ela. Quem me dera que fosses. “É ela, não é?! Eu já sabia!”. Ela não te diz respeito, por isso, quando falares dela, falas com respeito. Era o que devia ter dito, mas eu sou fraco. Nestas questões, sou fraquíssimo. Mas se até o Super Homem tem uma fraqueza, eu também posso ter. No entanto, o que é o Super Homem sem o amor? Podes ser o imperador do mundo inteiro, da galáxia inteira, mas sem amor não és homem nenhum, quanto mais Super Homem.
E se eu me atirasse daqui? Será que morria? Se eu morresse, ninguém ia querer saber. Só ela. E mesmo ela ia ficar triste inicialmente, mas depois ia passar. Até é melhor para ela, evita-se a inevitabilidade a que todas as minhas relações se destinam: fracasso. Todas as amizades, todos os namoros acabam por dar mal de uma maneira ou outra e o pior é que sugo sempre um bocado da outra pessoa comigo. Prefiro não estar cá para ver isso acontecer com ela. Até agora pensei sempre na razão de eu ter tanto azar, afinal eu sou boa pessoa. Agora percebi finalmente. Só há uma possibilidade, um denominador comum, uma pessoa em falta: eu.
Chegou a hora de eliminar os denominadores, mas antes disso tenho que lhe deixar uma mensagem para ela saber o quão boa foi para mim. Desculpa.
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2017.12.25 04:00 Ordep_TheCreator Mudanças.

Foi tudo muito rápido. Ano passado, o meu ano foi muito incrível. Em alguns meses, no começo do segundo semestre, tudo começou a mudar na minha vida: arrumei novos amigos, consegui um emprego e todo dia era vivido como se fosse o último. Claro que, na época, eu não percebi que tudo isso iria mexer tanto comigo. Eu formei um vínculo foda com eles e éramos inseparáveis, qualquer coisa já estávamos juntos. A maioria das vezes nos reuníamos todo mundo na casa de alguém para comer, beber e bater papo, o que nós chamávamos de “melhor forma” (sim, nome bobo demais). Nessa bagunça toda, acabei namorando uma das mulheres que estava sempre com nós e tudo parecia perfeito. Parecia. Nosso grupinho era eu e mais noves pessoas (três mulheres e seis homens) e todo mundo se respeitava muito. Até dezembro, foi tudo uma maravilha. No final do ano, todo mundo pensava em mudar de escola, os nove porque estavam no nono ano e o colégio deles não tinha ensino médio e eu porque era um vagabundo mesmo. Estava no segundo do médio. E aí tomamos uma atitude que eu acho que foi fundamental para toda essa mudança: fomos todos para a mesma escola. Na nova escola, já nesse ano, os dois primeiros meses (fevereiro e março) todo mundo era unido. Além de mim, outras três pessoas começaram a namorar também no grupo, mas o namorado (a) não gostava dessa comunicação. Então começou aos poucos se afastar. Hoje, natal, considero três desses nove como amigos mesmo. Alguns tem coragem de passar do lado e nem cumprimentar. Outros vão se drogando, então não se misturam mais. Não namoro mais (isso vai ser tema para um outro texto, certeza). Só queria compartilhar com vocês o resumo disso tudo. Às vezes me sinto um pouco só por ter me acostumado com a companhia de todos. Saudades deles? Às vezes. Penso mais no meu futuro mas tenho uma sensação que nunca mais vou ter amigos assim, mas quem sabe um dia. Malditas mudanças. Benditas mudanças.
(desculpa qualquer erro, foi minha primeira postagem)
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